Estive isolado de notícias e outros acontecimentos por 25 dias.
Havia cansado de lutar contra os moinhos de vento, pois sei que eles são intransponíveis.
Havia cansado de perder minha paciência, discutindo com amigos e familiares, por motivos de política e outras coisas, pois meus amigos e familiares são meu bem mais precioso.
Havia cansado de participar de campanhas e coleta de assinaturas via internet para tirar determinados políticos de seus cargos, pois sei que eles se protegem com seu colegas.
Havia cansado de brigar com o sistema, pois sei que ele se auto alimenta com as misérias do mundo.
Havia cansado de discutir religião, pois sei que esta também se alimenta da miséria do povo.
Porém, hoje, meu grande amigo Eduardo me convenceu do contrário. Não é se isolando do mundo, não é enfiando a cabeça em um buraco - como o avestruz - que os problemas do mundo sumirão.
Temos que participar ativamente. Nossa estada nesta dimensão é curta, mas temos que manter as coisas o melhor possível, pois temos nossos filhos, os filhos de nossos filhos e os filhos dos filhos de nossos filhos (gostei disso, hehehehe) que virão após nossa partida. E, se não fizermos nossa parte, tenhamos em mente que deixaremos um mundo onde nossos filhos sofrerão as consequências de nossas omissões.
Estou de volta a ativa, mais do que nunca.
Obrigado, Eduardo, por me fazer entender que alienar-se e omitir-se é um crime sem perdão. Deus, as forças do Universo, esperam que sejamos mais do que um espermatozoide crescido.
Vamos a luta.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
segunda-feira, 18 de março de 2013
Entenda o Termo "Quinto dos Infernos"
Durante o século 18, o Brasil Colônia pagava um alto tributo para seu colonizador, Portugal. Esse tributo incidia sobre tudo o que fosse produzido em nosso país e correspondia a 20% (ou seja, 1/5) da produção. Essa taxação altíssima e absurda era chamada de “O Quinto”.
Esse imposto recaía principalmente sobre a nossa produção de ouro. O ”Quinto” era tão odiado pelos brasileiros, que foi apelidado de “O Quinto dos Infernos”. A Coroa Portuguesa quis, em determinado momento, cobrar os “quintos atrasados” de uma única vez, no episódio conhecido como “Derrama”.
Isso revoltou a população, gerando o incidente chamado de “Inconfidência Mineira”, que teve seu ponto culminante na prisão e julgamento de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário -IBPT, a carga tributária brasileira deverá chegar ao final deste ano de 2009 a 38% ou praticamente 2/5(dois quintos) de nossa produção. Ou seja, a carga tributária que nos aflige é praticamente o dobro daquela exigida por Portugal à época da Inconfidência Mineira, o que significa que pagamos hoje literalmente “dois quintos dos infernos” de impostos…
Para que? Para sustentar a corrupção, o PAC; o mensalão; o Senado com sua legião de “diretores”; a festa das passagens; o bacanal (literalmente) com o dinheiro público; as comissões e jetons; a farra familiar no executivo; os atos secretos; os filhos, filhas e netos dos senadores; os mordomos; os castelos e os congressistas que se lixam para a opinião pública . Nosso dinheiro é confiscado no dobro do valor do ”quinto dos infernos” para sustentar esta corja, que nos custa (já feitas as atualizações) o dobro do que custava toda a Corte Portuguesa.
E pensar que Tiradentes foi enforcado porque se insurgiu contra a metade dos impostos que pagamos atualmente!
Retirado do Blog
PS: Hoje, não temos Tiradentes para nos salvar. Aliás, não temos ninguém no cenário político capaz de mudar esta situação, pois justamente eles é que mamam nesta teta.
sábado, 23 de fevereiro de 2013
O Poder Que Temos e é Ignorado
Se fizéssemos a mínima ideia do poder que temos nas mãos.
Nossas ideias, hoje, se disseminam em progressão geométrica.
Se você divulgar o que pensa para seus amigos no Face veja o que acontece:
200 amigos, que tenham 200 amigos cada e que, por sua vez também tenham 200 amigos cada resulta em uma comunidade de 8.000.000 (oito milhões) - isto se pararmos a conta na segunda geração.
Você tem ideia do poder que tem????
Temos ou não o poder de mudar o mundo???
Temos ou não o poder de pararmos o país por um dia e mostrarmos quem realmente manda????
Pense nisso.
Mas não pense muito, pois este poder também está do lado deles. E eles sabem muito bem como usar.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Esta Imagem é Uma Raridade
Beatles preparando-se para a famosa foto do Álbum Abbey Road.
Veja o local desta foto em tempo real em http://www.abbeyroad.com/crossing
Foto mítica dos Beatles, capa do disco 'Abbey Road', completa 44 anos
Fãs visitam diariamente a faixa de pedestres mais famosa do mundo; 'Abbey Road' foi o último disco gravado pelos garotos de Liverpool
Fonte: G1
Há 40 anos, os Beatles tiraram algumas fotos cruzando uma faixa de pedestres na londrina rua de Abbey Road, sem saber que essa imagem tão simples se transformaria com o tempo em uma das capas mais famosas de sua discografia.
No dia 8 de agosto de 1969, os "quatro rapazes de Liverpool" foram imortalizados sobre aquela faixa de pedestres, situada no bairro de St John's Wood (norte de Londres), na célebre e tão imitada foto que se transformou em um ícone da história do pop.
Desde então, o ritual se repete a cada dia neste cruzamento, perto de St John's Wood, no noroeste de Londres. Turistas se fotografam fazendo os mesmos gestos: em fila indiana, olhar fixos para frente, pernas espaçadas.
HISTÓRIA
Quarenta anos atrás, John Lennon, Ringo Starr, Paul McCartney e George Harrison entraram nos estúdios da EMI em Abbey Road para trabalhar naquele que seria seu último álbum em conjunto ("Let it Be" foi lançado um ano mais tarde, mas foi gravado antes da separação).
O disco levaria o título "Everest", em homenagem à marca de cigarros favorita de Geoffrey Emerick, engenheiro de som dos Beatles, mas a ideia de ter o Himalaia na capa não animou muito Lennon e companhia.
Segundo Brian Southall, autor de um livro que conta a história dos estúdios da EMI, "há um desenho que Paul McCartney fez de quatro homenzinhos estranhos atravessando uma faixa de pedestres", que "deu uma boa ideia" à banda.
Sem estarem totalmente convencidos, os quatro músicos saíram naquele dia 8 de agosto na companhia de Iain Macmillan - que conheceu os Beatles através de Yoko Ono - e fizeram a famosa pose na faixa de pedestres em frente aos estúdios da EMI.
"Eles deram a Macmillan uns 15 minutos, que subiu numa escada enquanto um policial segurava o trânsito. A banda caminhou pra frente e para trás várias vezes e nada mais do que isso", relatou à "BBC" Southall, amigo do fotógrafo, falecido em 2006.
A foto mostra John, Ringo, Paul e George cruzando em fila indiana a faixa de pedestres, em uma rua iluminada onde se destaca um Fusca branco estacionado à esquerda.
Na imagem, fruto de uma sessão em que Macmillan só tirou seis fotos, chama a atenção o fato de McCartney (de terno escuro) aparecer descalço e sem marcar o mesmo passo que seus companheiros.
MITOS E FATOS
Segundo uma teoria muito divulgada na época, a cena representaria uma procissão fúnebre na qual McCartney seria o morto; Lennon (de terno branco), o sacerdote; Starr (terno negro), o agente funerário; e Harrison (de camisa e calças jeans), o coveiro.
A decisão final de usar a curiosa foto como capa do disco ficou a cargo de John Kosh, diretor criativo dos estúdios da EMI, que achou desnecessário incluir o nome do grupo na capa, porque "era a banda mais famosa do mundo".
Como lembrança vale a pena destacar que o fusca branco, de propriedade de um vizinho de Abbey Road, teve a placa (de número "28IF") roubada várias vezes após o lançamento do disco.
O carro foi arrematado em um leilão realizado em 1986 por $23 mil dólares, e atualmente está exposto no museu da Volkswagen em Wolfsburg (Alemanha).
"Abbey Road", que contém clássicos como "Come Together" e "Here Comes The Sun", foi lançado em 26 de setembro de 1969 e, de acordo com a revista musical "Rolling Stone", é um dos 14 melhores discos de todos os tempos.
Várias bandas imitaram a mítica capa, como os "Red Hot Chili Peppers" em seu disco "The Abbey Road E.P." (1988), só que sem estar vestindo qualquer roupa.
Com os anos, a faixa de pedestres se tornou uma grande atração turística onde os visitantes tentam seguir os passos do conjunto de Liverpool e, porque não, tirar a tão famosa foto.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Se Havia Alguma Dúvida.........
Alguém ainda ouviu falar do mensalão?
Das perdas de cargo?
Da Rosemary?
Dos juízes do STF?
Do nosso grande "herói" Dr. Barbosa?
Não, né?
Pois é. Depois de todo aquele alvoroço veio o final de ano: Natal, Ano Novo,
o maldito BBB, carnaval........isto tudo se chama "Lavagem Cerebral".
Aposto que não só você não ouviu mais falar sobre tudo isso, como também já
nem lembrava disso.
Eles venceram.......
Nós perdemos mais uma vez.......
Das perdas de cargo?
Da Rosemary?
Dos juízes do STF?
Do nosso grande "herói" Dr. Barbosa?
Não, né?
Pois é. Depois de todo aquele alvoroço veio o final de ano: Natal, Ano Novo,
o maldito BBB, carnaval........isto tudo se chama "Lavagem Cerebral".
Aposto que não só você não ouviu mais falar sobre tudo isso, como também já
nem lembrava disso.
Eles venceram.......
Nós perdemos mais uma vez.......
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Você e eu: dois iludidos pelo sistema
Você, que idolatra os partidos.
Você, que idolatra os políticos.
Você, que vota porque alguém te disse que só assim
mudaremos o destino do país.
Você, que acredita em tudo o que vem de Brasília.
Você, que pensa que o sistema te considera um cidadão.
Você, que acredita que eles estão fazendo
de tudo pelo seu bem estar.
Você, que acredita que os impostos são arrecadados
para para construir escolas, hospitais e
manter o cidadão mais seguro.
Você, que pensa que é um cidadão.
Sinto lhe informar, mas foi enganado até agora.
Sinto lhe informar, mas você já morreu; apenas
não sabe disso.
Você, que idolatra os políticos.
Você, que vota porque alguém te disse que só assim
mudaremos o destino do país.
Você, que acredita em tudo o que vem de Brasília.
Você, que pensa que o sistema te considera um cidadão.
Você, que acredita que eles estão fazendo
de tudo pelo seu bem estar.
Você, que acredita que os impostos são arrecadados
para para construir escolas, hospitais e
manter o cidadão mais seguro.
Você, que pensa que é um cidadão.
Sinto lhe informar, mas foi enganado até agora.
Sinto lhe informar, mas você já morreu; apenas
não sabe disso.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Que Coisa Mais Triste; Onde Chegamos?
Vida de pai (brasileiro) está, cada vez, mais difícil. Uma
simples conversa, com um filho pequeno, pode gerar certa perplexidade.
simples conversa, com um filho pequeno, pode gerar certa perplexidade.
O diálogo de João Pedro com seu filho, de 10 anos, pode servir
como prova desse fosso entre as gerações.
como prova desse fosso entre as gerações.
- Que você vai ser quando crescer, filho?
- Presidente da República, pai.
- Puxa, filho, que legal. Mas por quê?
- Pra não precisar estudar.
- Não, filho, não é bem assim. Precisa estudar muito.
- Então quero ser vice-presidente.
- Vice, filho? Por que?
- Pra não precisar estudar. O José de Alencar também só foi até
a quinta série primária. Já posso parar.
- Não é assim, filho. Ele trabalhou muito e aprendeu.
- Pai, todo mundo que se dá bem não estudou: o presidente, o
vice, a Xuxa, o Kaká, o Zeca Pagodinho…
- É que eles têm um talento…
- Ah, entendi, estudar é para quem não tem talento?
- Não, filho, pelo amor de Deus. Artista é diferente.
- O presidente e o vice não são artistas.
- Não, quer dizer, o presidente, de certo modo, até é.
- Se eu estudar, vou ganhar mais do que o Kaká?
- Menos.
- Ah, é? Então quero ir já para a escolinha.
- Você já está numa boa escola, filho.
- Quero ir pra escolinha de futebol.
- Não, filho, você precisa estudar muito. A escola abre
caminhos para as pessoas. Pode-se viver dignamente. Filho, você
precisa ter bons valores. Pense numa profissão, numa coisa honesta e
que seja respeitada. Não quer ser médico, dentista ou, sei lá,
engenheiro?
- Não. De jeito nenhum. Tô fora, pai!
- Mas por que, filho?
- Eles nunca vão ao Faustão.
- Isso não tem importância, filho. Que tal bombeiro?
- Vou querer ser astronauta ou jornalista.
- Hummm… Jornalista? Por que mesmo, filho?
- Não precisa mais ter diploma pra ser jornalista.
Mas… Pensando melhor, acho que vou ser corrupto.
- Meu Deus, filho, não diga isso nem de brincadeira!
- Na TV disseram que ninguém se dá mal por causa da corrupção e
que tudo sempre termina em pizza. Adoro pizza. Quando for corrupto,
pedirei só de quatro queijos.
- Ser corrupto é muito feio, meu filho.
- Ué, pai, se é feio assim, por que Brasília está cheia deles e
quase todos conseguem ser reeleitos?
- É complicado de explicar, filho. Mas isso vai mudar.
- Quero ser corrupto e praticar nepotismo.
- Cale a boca, filho, de onde tira essas barbaridades?
- É só olhar a televisão, pai. O Sarney pratica nepotismo e é
presidente do Senado. Ninguém pode mexer com ele.
- Mas você sabe o que é nepotismo, filho?
- Sei. É empregar os parentes da gente.
- E você quer fazer isso?
- Presidente da República, pai.
- Puxa, filho, que legal. Mas por quê?
- Pra não precisar estudar.
- Não, filho, não é bem assim. Precisa estudar muito.
- Então quero ser vice-presidente.
- Vice, filho? Por que?
- Pra não precisar estudar. O José de Alencar também só foi até
a quinta série primária. Já posso parar.
- Não é assim, filho. Ele trabalhou muito e aprendeu.
- Pai, todo mundo que se dá bem não estudou: o presidente, o
vice, a Xuxa, o Kaká, o Zeca Pagodinho…
- É que eles têm um talento…
- Ah, entendi, estudar é para quem não tem talento?
- Não, filho, pelo amor de Deus. Artista é diferente.
- O presidente e o vice não são artistas.
- Não, quer dizer, o presidente, de certo modo, até é.
- Se eu estudar, vou ganhar mais do que o Kaká?
- Menos.
- Ah, é? Então quero ir já para a escolinha.
- Você já está numa boa escola, filho.
- Quero ir pra escolinha de futebol.
- Não, filho, você precisa estudar muito. A escola abre
caminhos para as pessoas. Pode-se viver dignamente. Filho, você
precisa ter bons valores. Pense numa profissão, numa coisa honesta e
que seja respeitada. Não quer ser médico, dentista ou, sei lá,
engenheiro?
- Não. De jeito nenhum. Tô fora, pai!
- Mas por que, filho?
- Eles nunca vão ao Faustão.
- Isso não tem importância, filho. Que tal bombeiro?
- Vou querer ser astronauta ou jornalista.
- Hummm… Jornalista? Por que mesmo, filho?
- Não precisa mais ter diploma pra ser jornalista.
Mas… Pensando melhor, acho que vou ser corrupto.
- Meu Deus, filho, não diga isso nem de brincadeira!
- Na TV disseram que ninguém se dá mal por causa da corrupção e
que tudo sempre termina em pizza. Adoro pizza. Quando for corrupto,
pedirei só de quatro queijos.
- Ser corrupto é muito feio, meu filho.
- Ué, pai, se é feio assim, por que Brasília está cheia deles e
quase todos conseguem ser reeleitos?
- É complicado de explicar, filho. Mas isso vai mudar.
- Quero ser corrupto e praticar nepotismo.
- Cale a boca, filho, de onde tira essas barbaridades?
- É só olhar a televisão, pai. O Sarney pratica nepotismo e é
presidente do Senado. Ninguém pode mexer com ele.
- Mas você sabe o que é nepotismo, filho?
- Sei. É empregar os parentes da gente.
- E você quer fazer isso?
- Claro. Assim, ia acabar com os vagabundos da família.
Se eu te arrumar um emprego, você deixa?
Se eu te arrumar um emprego, você deixa?
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
O País Que Mais Tem Leis No Mundo
Já notaram que neste país existem leis para tudo? Porém, há de se ressaltar, que apesar de serem muitas as leis, só precisam cumprí-las quem é um simples mortal; os demais estão acima delas.
Se um simples mortal cidadão contribuinte brasileiro desrespeitar qualquer uma das milhares de leis que nos afogam, conhecerá muito bem o poder do estado. Se este mesmo mortal, por exemplo, desviar dinheiro (não estou defendendo) no seu trabalho, será demitido e preso por estelionato.
Porém, se este cidadão for um cidadão especial (entenda-se: vereador, prefeito, deputado, governador, presidente, ministro do STF e outros STs ) ele tem o livre arbítrio para optar entre obedecer ou não, pois ele está acima das leis.
Neste mísero país existe (sim existe) uma constituição onde está escrito que todo serão iguais perante as leis. Alguém já disse uma vez que existem alguns mais iguais que outros.
Não vou me estender mais, pois eu sou um simples mortal cidadão contribuinte brasileiro e tenho que trabalhar, mas deixo a frase mais famosa de Ruy Barbosa dita em 1914:
Se um simples mortal cidadão contribuinte brasileiro desrespeitar qualquer uma das milhares de leis que nos afogam, conhecerá muito bem o poder do estado. Se este mesmo mortal, por exemplo, desviar dinheiro (não estou defendendo) no seu trabalho, será demitido e preso por estelionato.
Porém, se este cidadão for um cidadão especial (entenda-se: vereador, prefeito, deputado, governador, presidente, ministro do STF e outros STs ) ele tem o livre arbítrio para optar entre obedecer ou não, pois ele está acima das leis.
Neste mísero país existe (sim existe) uma constituição onde está escrito que todo serão iguais perante as leis. Alguém já disse uma vez que existem alguns mais iguais que outros.
Não vou me estender mais, pois eu sou um simples mortal cidadão contribuinte brasileiro e tenho que trabalhar, mas deixo a frase mais famosa de Ruy Barbosa dita em 1914:
De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
O Pão e o Circo Nosso de Cada Dia
Estamos vivendo um tempo, neste país, em que as pessoas estão ávidas por preencher suas vidas com o vazio das coisas sem valor. Com o respaldo total do sistema (entenda-se por mídia e governo/estado). A mídia vive de coisas sem valores e o estado apoia, visto que com tal situação podem engendrar suas maracutaias enquanto ganhamos nosso pão e circo de cada dia.
O estado e a mídia nos dão o circo: BBB, futebol, carnaval, programas de debates sempre tendenciosos, novelas (estas, totalmente vazias). E o estado aplaudindo, pois tudo isto gera impostos para serem roubados e nos tornam cada vez mais burros e submissos ao sistema.
Estou completamente descrente deste país. A educação é nula. A saúde é nula. A segurança é nula. A justiça é nula. Tudo isso é resultado do que foi dito acima, pois um povo burro e submisso não precisa de educação, saúde, segurança e justiça. Precisa apenas de pão e circo.
Eu (e muitos outros também) me sinto impotente diante deste panorama, pois sei que a maioria (isto é democracia) vence. E é esta maioria que elege, em troca de pão e circo, a bandidagem que nos governa. O pão, na verdade, são as infindáveis "bolsas" que o estado distribui, como se fosse um Robin Hood moderno, que tira de quem tem alguma coisa e dá para os desprovidos da benção dos céus. Na verdade, o estado compra esta submissão das pessoas, como nossos exploradores faziam com os índios dando espelhos de presente.
Se o estado e a mídia nos dessem espelhos hoje, o que veríamos no reflexo seria uma pessoa apática, mansa (entenda-se: sem reação alguma, feito zumbi). Somos, hoje, feito gado caminhando mansamente para o abatedouro.
O que conforta a todas estas pessoas que idolatram o sistema atual (mídia/governo/estado) é que ao chegarem em casa, após um dia exaustivo de trabalho, poderão "curtir" mais um "paredão". Assistir um bom jogo de futebol. Ver sua escola de samba na avenida. Pegar em seguida o capítulo daquela novela que ensina como roubar o sócio ou enganar a esposa/marido.
Assim caminha a humanidade, com passos de formiga e sem vontade. (Lulu Santos).
Que as forças do universo nos protejam.
O estado e a mídia nos dão o circo: BBB, futebol, carnaval, programas de debates sempre tendenciosos, novelas (estas, totalmente vazias). E o estado aplaudindo, pois tudo isto gera impostos para serem roubados e nos tornam cada vez mais burros e submissos ao sistema.
Estou completamente descrente deste país. A educação é nula. A saúde é nula. A segurança é nula. A justiça é nula. Tudo isso é resultado do que foi dito acima, pois um povo burro e submisso não precisa de educação, saúde, segurança e justiça. Precisa apenas de pão e circo.
Eu (e muitos outros também) me sinto impotente diante deste panorama, pois sei que a maioria (isto é democracia) vence. E é esta maioria que elege, em troca de pão e circo, a bandidagem que nos governa. O pão, na verdade, são as infindáveis "bolsas" que o estado distribui, como se fosse um Robin Hood moderno, que tira de quem tem alguma coisa e dá para os desprovidos da benção dos céus. Na verdade, o estado compra esta submissão das pessoas, como nossos exploradores faziam com os índios dando espelhos de presente.
Se o estado e a mídia nos dessem espelhos hoje, o que veríamos no reflexo seria uma pessoa apática, mansa (entenda-se: sem reação alguma, feito zumbi). Somos, hoje, feito gado caminhando mansamente para o abatedouro.
O que conforta a todas estas pessoas que idolatram o sistema atual (mídia/governo/estado) é que ao chegarem em casa, após um dia exaustivo de trabalho, poderão "curtir" mais um "paredão". Assistir um bom jogo de futebol. Ver sua escola de samba na avenida. Pegar em seguida o capítulo daquela novela que ensina como roubar o sócio ou enganar a esposa/marido.
Assim caminha a humanidade, com passos de formiga e sem vontade. (Lulu Santos).
Que as forças do universo nos protejam.
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