domingo, 8 de janeiro de 2012

Ano Novo, BBB Novo

                         Espero que, se você nunca foi um adepto do BBB, continue assim. Porém, se você mal podia esperar janeiro começar para poder curtir esta verdadeira farra do sexo e da baixaria espero, sinceramente, que reavalie sua conduta e perceba o quanto de sua vida está sendo jogada no ralo ao compartilhar seu precioso tempo com pessoas tão vazias.

                         Diga NÃO. Tem tanta coisa boa para assistir. Tem tanta coisa boa para se fazer com a família.

                         Diga NÃO e seja mais feliz.

E se um Ano tivesse 18250 dias ?

                 Esperamos anciosamente a virada de ano para pormos em prática algumas mudanças em nossa vida terrena. Esperamos 365 dias para isso. E, se quem criou o calendário tivesse determinado que o ano teria 18250 dias? Seria terrível, não é? Teríamos que esperar 50 anos (no calendário atual) para tomármos aquela decisão importante; para mudarmos o rumo de nosso fatídico destino; para dizermos a alguém o quanto amamos; para saboreármos aquela ceia da virada.

                 Quem criou o calendário poderia ter escolhido qualquer número de dias para a duração do ano. Poderia ter determinado que um ano duraria 10 voltas da Terra ao redor do Sol. E aí?

                 Coloquemos em nossas cabeças de jaca, que datas são apenas datas e foram criadas apenas com uma intenção: movimentar o comércio. Digamos aos nossos pais, nossas mães, nossas namoradas, nossas esposas, etc…., todos os dias o quanto os amamos.

                 Viva agora. É só o agora que realmente importa. O amanhã poderá nem existir.

Projeto Kurupira

O Projeto Kurupira tem o objetivo de impactar a Internet de forma positiva e de contribuir com a sociedade, por meio de soluções gratuitas em software, para estimular a criatividade e a cultura em um ambiente seguro e educativo na web. Nosso ideal é disponibilizar programas que possuam: alto nível de qualidade; elevado valor agregado; interface simples e de fácil utilização. Tendo sempre como premissa fomentar a cultura de modo geral e, em especial, a cultura brasileira. O Projeto Kurupira está inserido na tendência de compartilhamento de conteúdo e entretenimento. Os programas possuem recursos para tirar o máximo de proveito das redes sociais e do nosso fórum de usuários. Outra iniciativa do Projeto é a realização de concursos culturais e a participação em projetos sociais. Visamos com isso concretizar nossos ideais de responsabilidade socioambiental e de apoio ao desenvolvimento cultural. Buscamos reunir pessoas e empresas que compartilham dessa mesma ideia para formar a tribo Kurupira, na qual os esforços conjuntos são direcionados e alcançam metas maiores.

Curupira

 

 

Por que o nome Kurupira?

Porque gostaríamos de caminhar com a nossa empresa de uma forma diferente e inovadora, aliando a nossa atividade econômica à responsabilidade social. O Curupira é um personagem do folclore brasileiro que representa bem essa ideia. Pelo fato de ter os pés virados, ele inova até mesmo na forma de caminhar e tem uma mensagem social forte como protetor da floresta e dos animais. Além disso, faz parte do nosso projeto estimular a criatividade e a cultura, principalmente no que diz respeito ao folclore brasileiro. Acreditamos que muitas dessas lendas transmitam mensagens positivas e atuais, bem como nos permitem refletir sobre as nossas raízes. A grafia com "K" se justifica, entre outros motivos, por permitir criar uma identidade para o nosso projeto. Ainda que baseados no personagem Curupira e em algumas de suas características, nós queremos construir algo diferente.

Acesse e saiba mais sobre este grande projeto http://www.kurupira.net/pt/

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Sopre as Cinzas. Deixe-as ao vento.

Quem feriu você, já feriu e já passou.
Lá na frente encontrará o inevitável retorno e

pelas mãos de outrem, se merecer, será ferido também.

A Vida se encarregará de dar-lhe o troco e

você, talvez, jamais fique sabendo.

O que importa de verdade é o que você sentiu
e, mais importante, é o que ainda você sente:

Mágoa? Rancor?

Ressentimento? Ódio?

Você consegue perceber que esses sentimentos
foram escolhidos por você?

Somos nós que escolhemos o que sentir

diante de agressões e de ofensas.

O ofensor fez o que fez e o momento passou,

mas o que ficou aí dentro de você?

Quem nos faz o mal é responsável pelo que faz,

mas NÓS somos responsáveis pelo que sentimos.


Essa responsabilidade tem a ver com o Amor

que devemos e temos que sentir por nós mesmos.

O ofensor fez o que fez e o momento passou,

mas o que ficou aí dentro de você?

Mágoa


- Você sabia que de todas as drogas ela é a mais cancerígena?

Pela sua própria saúde,

jogue-a fora.

Rancor


- Ele é como um alimento preparado com veneno irreconhecível:

dia mais, dia menos, você poderá contrair doenças
de cujas origens nem suspeitará.

Ressentimento


- Pois imagine-se vivendo dentro de um ambiente constantemente poluído,

enfumaçado, repleto de bactérias e de incontáveis tipos de vírus:

é isso que seu coração e seus pulmões estão tentando agüentar.
Até quando você acha que eles vão resistir?

Ódio


- Seus efeitos são paralisantes. Seu sistema imunológico entrará em conflito

com esse veneno que com o tempo poderá colocar você face a face com a morte e

talvez muito tarde você venha a perceber que melhor seria ter deixado

que seu agressor colhesse os frutos do próprio plantio.

Por seu próprio Bem e pelo seu Bem, perdoe.

 

O perdão o libertará e o fará livre para ser feliz.
Esqueça o mal que lhe foi feito.
Deixe o seu ofensor de lado, e não penses nele com ímpetos de vinganças.

Siga a sugestão. Se desejas ser feliz por um dia: vinga-te.

Se desejas ser feliz por toda a vida: PERDOE

Mude seu destino ...Não permita que suas emoções negativas

dominem os seus sentimentos. Seja o(a) comandante da sua nau!


Escolha o melhor caminho

para sua "viagem"

E se outras vezes o ferirem, perdoe ...

Perdoe ...

Nota: Não sei quem escreveu isso, mas escreveu bem.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Por favor, mais Cidinhas para este triste país


             Interessante que este tipo de matéria não chega ao Jornal Nacional nem aos outros jornais e se chega é só depois da meia-noite quando o povo que vive de bolsas e vales já está dormindo. Seria bom que eles soubessem de onde saem todas estas regalias que o estado dá em seu nome enquanto muitos trabalham para que isso seja possível. Este é o estado Robin Hood, aquele que tira de quem tem para dar a quem não tem, mas não sem antes ficar com a sua comissão (propina). Viva o brasil.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

A Prisão de Cada Um


O psiquiatra Paulo Rebelato, em entrevista para a revista gaúcha Red 32, disse que o máximo de liberdade que o ser humano pode aspirar é escolher a prisão na qual quer viver. Pode-se aceitar esta verdade com pessimismo ou otimismo, mas é impossível refutá-la. A liberdade é uma abstração.  
Liberdade não é uma calça velha, azul e desbotada, e sim, nudez total, nenhum comportamento para vestir. No entanto, a sociedade não nos deixa sair à rua sem um crachá de identificação pendurado no pescoço.
Diga-me qual é a sua tribo e eu lhe direi qual é a sua clausura.
 
São cativeiros bem mais agradáveis do que o Carandiru: podemos pegar sol, ler livros, receber amigos, comer bons pratos, ouvir música, ou seja, uma cadeia à moda Luis Estevão, só que temos que advogar em causa própria e hábeas corpus, nem pensar.

O casamento pode ser uma prisão. E a maternidade, a pena máxima. Um emprego que rende um gordo salário trancafia você, o impede de chutar o balde e arriscar novos vôos. O mesmo se pode dizer de um cargo de chefia. Tudo que lhe dá segurança ao mesmo tempo lhe escraviza.

Viver sem laços igualmente pode nos reter.
Uma vida mundana, sem dependentes para sustentar, o céu como limite: prisão também. Você se condena a passar o resto da vida sem experimentar a delícia de uma vida amorosa estável, o conforto de um endereço certo e a imortalidade alcançada através de um filho.

Nós é que decidimos quando seremos capturados e para onde seremos levados. É uma opção consciente. Não nos obrigaram a nada, não nos trancafiaram num sanatório ou num presídio real, entre quatro paredes.

Nosso crime é estar vivo e nossa sentença é branda, visto que outros, ao cometerem o mesmo crime que nós - nascer - foram trancafiados em lugares chamados analfabetismo, miséria e exclusão. 
Brindemos: temos todos, cela especial

Texto de Martha Ribeiro

domingo, 23 de outubro de 2011

Devaneio Ou Busca Pelo Entendimento?

            De tempos em tempos sou tomado por estes pensamentos que me atormentam sobre a vida. Uns dizem que a vida é uma dádiva, pois que sem ela nada faria sentido. Porém, meus pensamentos me levam mais além; me levam a um nível onde questiono se os bons momentos (felicidade plena não existe) que vivemos compensam a angústia que nos atormenta diante da perda de alguém que amamos; e isso todos nós, algum dia passamos ou passaremos.

            Superar a dor de uma perda é algo que minha limitada compreensão não me permite entender. Vemos todos os dias situações em que pais perdem filhos, filhos perdem pais, amigos perdem amigos; e algo muito forte dentro deles faz com que consigam aceitar e assimilar toda esta dor e seguem em frente, pois o tempo é um carrasco que não nos dá tréguas.

            É uma dor difícil de superar e deixa cicatrizes para sempre. E, não bastasse ser difícil de superar, de tempos em tempos a lembrança retorna e nos faz sofrer tudo novamente - em grau menor - mas que mesmo assim nos desestrutura.

            Com tudo isso, muitas vezes penso se a vida vale a pena. Sei que sem ela nada existiria, mas existir é tão importante quando sabemos que iremos enfrentar tanta dor nesta caminhada? Só quem passou a dor de uma perda sabe do que estou falando. Você sabe do que estou falando. Se alguns conseguem superar esta dor e seguir em frente e ainda assim acham que a vida vale a pena, peço do fundo do coração que me ensinem a fórmula.

            Alguns dirão que temos que ter fé em Deus, mas a fé em Deus não torna a dor menos insuportável.

            Eu gostaria de poder dizer que, bendito aquele que não terá que passar por isso, mas sabemos que isso seria uma mentira. A vida não perdoa ninguém, a partida não é apenas para alguns. Quando nascemos já recebemos a passagem da volta - única coisa é que não sabemos a data e nem a hora, mas é certo que o trem chegará.

            Dizer: Não desperdice seu curto tempo aqui, é chover no molhado, pois todos já sabemos disso. O que temos que saber urgentemente é como tudo isso funciona para que, com alguma esperança, consigamos aceitar esta dor.

            Peço desculpas por esse louco devaneio, mas é bom fazer pensar. As questões nos levam ao entendimento; nos levam a um nível mais alto do que nos encontrávamos antes.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

E Lá Se Vai Mais Um Ministro

Se nós, meros mortais, formos pegos com a mão na massa seremos demitidos mais rápido do que um rato que rouba queijo. No entanto, quando se trata de serviço público, principalmente do alto escalão, os protagonistas são apenas remanejados de cargo e não tem que devolver nenhum centavo roubado.

Chegamos a um ponto em que já nem sabemos mais o que é certo ou errado. Fomos ensinados desde pequenos o que é roubar. Ensinamos nossos filhos desde pequenos o que é roubar. Porém, hoje este conceito está meio que perdido por entre os escândalos que não param de aparecer diariamente. Até quando, nós cidadãos, aguentaremos tal vergonha? Vergonha, sim. Basta ler os jornais internacionais para saber o que pensam de nós lá fora.

Está, e já tarde, na hora de dar um basta a esse bando instituído em brasília (minúsculo mesmo). Nem vou mencionar que é o PT que está lá há nove longos anos, pois hoje, qualquer um que estivesse lá faria o mesmo. Não temos mais político descentes.

Brasil, um país de tolos.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Enquanto isso em Brasília

 

Em Brasília, uma lei mundial deverá ser alterada:

“Todos são culpados até que se prove o contrário”.

 

Infelizmente chegamos a este ponto. Partimos do presuposto

de que todo político tem alguma culpa; seja lá no que for.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Um Judiciário Exemplar

É claro que o título é uma ironia.

O único exemplo que o judiciário, deste país de terceiro mundo, consegue dar é o exemplo da incompetência.

Então, eles criam uma lei de trânsito chamada de “Lei Seca” que até agora, em um país onde a cerveja ocupa um lugar de destaque no altar,não conseguiu prender ninguém.

Não conseguiu prender ninguém porque existe uma lei anterior, que eles mesmos criaram e que grita aos sete ventos que “ninguém é obrigado a produzir provas contra si”. Do lugar de onde eu venho, ou melhor, do tempo de onde eu venho dizíamos que “quem cala, consente” e outra “quem não deve não teme”. Porém, vivemos em um tempo em que os valores éticos estão completamente perdidos. Temos muitos exemplos: BBB, novelas onde só presta quem tem dinheiro, uma boa esposa é aquela que trai, um bom marido é aquele que come todas, uma pessoa que merece um prêmio é aquele que consegue passar o pé em todos, participante do BBB é chamado de herói. Acredito que perdemos o norte e nem com gps voltaremos a encontrar.

Outro dia ouvi um advogado dizer que o motorista que dirige bêbado não comete crime doloso, pois estando bêbado não poderá ser dito que ele tinha a intencão de matar, já que ele, estando bêbado, não pode responder por seus atos.

Já ouvi muita asneira da boca de muito engravatadinho, mas esta deveria concorrer ao Oscar. Eu gostaria de dizer a este jumento (desculpas ao animal jumento), que de acordo com a teoria dele eu posso encher a cara, pegar uma arma e sair matando, pois neste caso eu não posso responder pelos meus atos, eu estou bêbado. Onde você estudou? Ou comprou seu diploma????

Este país, que se orgulha em sediar as próximas Olimpíadas e a próxima Copa do Mundo não tem a menor competência para isso. A ONU ou sei lá quem mais, deveria intervir antes da desgraça. Tenho quase certeza de que seremos o país da vergonha nestes dois eventos. Não conseguimos nem prender bêbados. Não conseguimos nem criar leis coerentes. Não conseguimos nem prender políticos corruptos flagrados com o vídeo da corrupção. E ainda assim queremos sediar dois eventos que só países onde, o mínimo que se espera é que se tenha vergonha na cara.

É tanto desmando neste país, que há algum tempo eu vinha sentindo uma certa vergonha em ser brasileiro, mas agora definitivamente TENHO VERGONHA DE SER BRASILEIRO.

Falamos dos argentinos. Na verdade o que temos é dor de cotovelo por não termos a raça que eles tem. Lá, se o governo rouba eles vão para as ruas brigar. Aqui, somos comprados com BBB, carnaval e futebol.

Vamos para as ruas brigar quando nosso time perde, mas quando um político é pego com a mão no dinheiro ficamos quietos em casa tomando nossa cervejinha sagrada.

Somos (e me incluo aqui) um povo imbecil, sem vergonha na cara. Jamais chegaremos a país de primeiro mundo.

Pensar que este país já produziu um Ruy Barbosa. Aliás, para encerrar, vou deixar no final a mesma frase de Ruy Barbosa que está no’topo da página. Em 1914 ele já sabia que este país não tem jeito.

“De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.”

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