domingo, 30 de janeiro de 2011

Mais uma do Brasilzinho

Rio - O ex-banqueiro Salvatore Cacciola, que recebeu o benefício de progressão para o regime semiaberto na noite de quinta-feira, pode ser um dos primeiros a usar pulseira de monitoramento eletrônico. Segundo a juíza Roberta Carvalho Barrouin de Souza, da Vara de Execuções Penais (VEP), Cacciola, que está preso em Bangu 8 desde 2008, passou a ter direito a pleitear visitas periódicas ao lar e a trabalho extramuros.
De acordo com a juíza, para que o ex-banqueiro possa voltar a trabalhar, estudar ou visitar a família, será necessário que seus advogados peçam na Justiça a concessão de tais benefícios. “O regime semiaberto sem benefícios é análogo ao regime fechado, e tais benefícios não são concedidos automaticamente a quem ingressa no regime de semiliberdade”, explicou a magistrada.
Procurado por O DIA, o advogado do ex-banqueiro, Manuel de Jesus Soares, não foi localizado para falar sobre a decisão. O promotor Fabiano Rangel, que em dezembro entrou com recurso para impedir que Cacciola fosse beneficiado com o semiaberto, também não foi encontrado para comentar o caso.
Cacciola foi condenado em 2005 por crimes contra o sistema financeiro — prejuízo beirou R$ 1,5 bilhão aos cofres públicos. O ex-banqueiro, que cumpre pena de 13 anos e tem cidadania italiana, havia sido preso preventivamente em 2000. Graças a um habeas corpus, ele fugiu para a Itália. Oito anos depois, no Principado de Mônaco, foi novamente preso e acabou extraditado para o Brasil. Em agosto de 2008, agentes descobriram quentinhas com lagosta e salmão na cela dele. Em sindicância para apurar se o preso tinha regalias, ele disse ser alérgico a frutos do mar.

Retirado de www.terra.com.br

Já vi gente ficar atras das grades por muito mais tempo apenas por roubar um tablete de margarina.

Mas o Brasil é assim mesmo. Dois pesos e duas medidas. Magistrados que julgam de acordo com o CPF.

sábado, 29 de janeiro de 2011

PEDOFILIA OFICIAL: CASAMENTO COLECTIVO DE 450 HOMENS COM MENININHAS COM MAIS DE 4 ANOS EM GAZA

A HISTÓRIA OCULTA DO MUNDO ISLÂMICO: A PEDOFILIA DO HAMAS
A História Oculta do Mundo: A Pedofilia do Hamas
Enquanto a imprensa exalta os "lutadores da liberdade do Hamas", os "rebeldes", o mundo desconhece uma das histórias mais SÓRDIDAS de abuso infantil, torturas e sodomização do planeta, vinda do fundo dos esgotos de Gaza: os casamentos pedófilos do Hamas, que envolvem até crianças de 4 anos. Tudo com a devida autorização da lei do islamismo radical.

Infância perdida, abuso certo: ficaremos calados?
A denúncia é do Phd Paul L. Williams e está publicada no blog thelastcrusade.org e é traduzida com exclusividade no Brasil pelo De Olho Na Mídia (ninguém mais na imprensa nacional pareceu se interessar pelo assunto).
Um evento de gala ocorreu em Gaza. O Hamas foi o patrocinador de um casamento em massa para 450 casais. A maioria dos noivos estava na casa dos 25 aos 30 anos; a maioria das noivas tinham menos de dez anos.
Grandes dignatários muçulmanos, incluindo Mahmud Zahar, um líder do Hamas foram pessoalmente cumprimentar os casais que fizeram parte desta cerimônia tão cuidadosamente planejada.
"Nós estamos felizes em dizer à América que ela não pode nos negar alegria e felicidade", Zahar falou aos noivos, todos eles vestidos em ternos pretos idênticos e pertencentes ao vizinho campo de refugiados de Jabalia.
Cada noivo recebeu 500 dólares de presente do Hamas.
As garotas na pré-puberdade (pré-puberdade?????), que estavam vestidas de branco e adornadas com maquiagem excessiva, receberam bouquets de noiva.
"Nós estamos oferecendo este casamento como um presente para o nosso povo que segue firme diante do cerco e da guerra", discursou o homem forte do Hamas no local, Ibrahim Salaf.
As fotos do casamento relatam o resto desta história repugnante.
Noivas de 4 a 10 anos e presentes de $500
O Centro Internacional Para Pesquisas Sobre Mulheres estima agora que existam 51 milhões de noivas infantis vivendo no planeta e quase todas em países muçulmanos.
Quase 30% destas pequenas noivas apanham regularmente e são molestadas por seus maridos no Egito; mais de 26% sofrem abuso similar na Jordânia.
Todo ano, três milhões de garotas muçulmanas são submetidas a mutilações genitais, de acordo com a UNICEF. A prática ainda não foi proibida em muitos lugares da América.
Nesta hora até a miséria desaparece de Gaza: carros de luxo para meninas reduzidas a lixo.
A prática da pedofilia teria base e apoio do islã. O livro Sahih Bukhari em seu quinto capítulo traz que Aisha, uma das esposas de Maomé teria seis anos quando se casou com ele e as primeiras relações íntimas ocorreram aos nove. O período de espera não teria sido por conta da pouca idade da menina, mas de uma doença que ela tinha na época. Em compensação, Maomé teria sido generoso com a menina: permitiu que ela levasse todos os seus brinquedos e bonecas para sua tenda...
Mais ainda: talvez o mais conhecido de todos os clérigos muçulmanos deste século, o Aiatóla Komeini, defendeu em discursos horripilantes a prática da pedofilia:
Um homem pode obter prazer sexual de uma criança tão jovem quanto um bebê. Entretanto, ele não pode penetrar; sodomizar a criança não tem problema. Se um homem penetrar e machucar a criança, então ele será responsável pelo seu sustento o resto da vida. A garota entretanto, não fica sendo contada entre suas quatro esposas permanentes. O homem não poderá também se casar com a irmã da garota... É melhor para uma garota casar neste período, quando ela vai começar a menstruar, para que isso ocorra na casa do seu marido e não na casa do seu pai. Todo pai que casar sua filha tão jovem terá assegurado um lugar permanente no céu.
Esta é a história que os media não contam, que o mundo cala e não quer ver, ou que não querem que você saiba.
Mas agora você está ciente, não tem mais jeito! Vai ficar calado? Cobre os veículos dos media, aja! Se você não fizer nada, ninguém poderá salvar estas vítimas inocentes do inferno do Hamas e similares.

Retirado do blog de Carlos Vereza

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Essa deixo para vocês julgarem

Meu disfarce aqui é de "Au Pair", ou seja, babá e estudante.
Ao cuidar de uma das meninas de quem eu "teoricamente" tomo conta, uma vez cantei "Boi da cara preta" para ela, antes dela dormir. Ela adorou e essa passou a ser a música que ela sempre pede para eu cantar ao colocá-la para dormir.
Antes de adotarmos o "boi, boi, boi" como canção de ninar, a canção que cantávamos (em Inglês) dizia algo como:
Boa noite, linda menina, durma bem. Sonhos doces venham para você, sonhos doces por toda noite...
Eis que Catlin me pergunta o que as palavras em Português da música "Boi da cara preta" queriam dizer em Inglês:
Boi, boi, boi, boi da cara preta,
pega essa menina que tem medo de careta...

Como eu ia explicar para ela e dizer que, na verdade, a música "boi da cara preta" era uma ameaça horrorosa e mordaz? Como explicar que eu estava tentando fazer com que ela dormisse com uma música que incita um bovino de cor negra a pegar uma cândida menina que tem medo até de uma inocente careta?
Tive que mentir para ela, mas comecei a pensar em outras canções infantis porque não me sentiria bem ameaçando aquela menina com um temível boi toda noite...
Que tal: nana neném que a cuca vai pegar...?
Caramba... outra ameaça! Agora com um ser ainda mais maligno que um boi preto!
Depois de uma frustrante busca por uma canção infantil do folclore brasileiro que fosse positiva e de uma longa reflexão, eu descobri toda a origem dos problemas do Brasil.
O problema do Brasil é que a sua população em geral tem uma estima muito baixa. Isso faz com que os brasileiros se sintam sempre inferiores e ameaçados, passivos o suficiente para aceitar qualquer tipo de extorsão e exploração, seja interna ou externa. Por que isso acontece? Trauma de infância! Trauma causado pelas canções da infância.
Explicar-lhes-ei!
Me dei conta que as músicas infantis brasileiras são extremamente trágicas! Aí está a gênese de toda baixa estima do brasileiro. Nós somos ameaçados, amedrontados e encaramos tragédias desde o berço! Por isso levamos tanta porrada da vida e ficamos quietos.
Exemplificarei minha tese:
Atirei o pau no gato-to-to
Mas o gato-to-to não morreu-reu-reu
Dona Chica-ca-ca admirou-se-se
Do berrô, do berrô que o gato deu:
Miaaau!

Para começar, esse clássico do cancioneiro infantil é uma demonstração clara de falta de respeito aos animais (pobre gato) e crueldade (por que atirar o pau no gato, essa criatura tão indefesa?). E para acentuar a gravidade, ainda relata o masoquismo dessa mulher sob a alcunha de "D. Chica".
Uma vergonha!
Eu sou pobre, pobre, pobre,
De marré, marré, marré.
Eu sou pobre, pobre, pobre,
De marré de si.
Eu sou rica, rica, rica,
De marré, marré, marré.
Eu sou rica, rica, rica,
De marré de si.

Colocar a realidade tão vergonhosa da desigualdade social em versos tão doces faz com que os brasileiros tenham como algo normal essa (não) distribuição de renda vergonhosa que condena muitos à miséria e agracia pouquíssimos com uma riqueza exorbitante.
Vem cá, Bitu ! vem cá, Bitu !
Vem cá, meu bem, vem cá !
Não vou lá ! Não vou lá, Não vou lá !
Tenho medo de apanhar.

Medo! Sim, medo! Por causa desse tipo de canção os brasileiros não sentem que estão tendo sua liberdade destruída pela violência. Os brasileiros convivem com o Medo como se fosse algo normal...
Marcha soldado,
Cabeça de papel!
Quem não marchar direito,
Vai preso pro quartel.

De novo: ameaça. Autoritarismo e abuso de poder escondidos em versos aparentemente inofensivos...
A canoa virou,
Foi deixar ela virar,
Foi por causa da (nome de pessoa)
Que não soube remar.


Ao invés de incentivar o trabalho de equipe e o apoio mútuo, as crianças brasileiras são ensinadas a apontar o dedo e condenar um semelhante. Colocar a culpa em alguém é tido como mais fácil do que refletir sobre as próprias atitudes...
Que vergonha!
Samba-lelê está doente,
Está com a cabeça quebrada.
Samba-lelê precisava
É de dezoito lambadas.

Impiedade!
A moça, conhecida como Samba-lelê, encontra-se com a saúde debilitada, necessita de cuidados médicos mas, ao invés de compaixão e apoio, a música diz que ela precisa de dezoito lambadas! Essa música é claramente uma manipulação organizada pelas grandes indústrias e pelo governo, incutindo a idéia de que a doença é algo errado que deve ser punido nas cabeças das crianças brasileiras.
As grandes indústrias garantem que seus futuros empregados não lutem por direitos trabalhistas em caso de doença. A letra da música diz, em outras palavras, que um empregado doente deve aceitar ser demitido por justa causa!
Um homem bateu em minha porta, e eu abri: senhoras e senhores ponham mão no chão...
Essa música relata um assalto - incutindo a idéia de violência e roubo nos pequenos infantes!
Fui no Tororó
Beber água não achei;
Achei bela morena
Que no Tororó deixei.

Percebem o tratamento que é dado à mulher aqui? A mulher é tratada como um pedaço de carne, algo que se usa quando não tem nada melhor para fazer e depois descarta-se imediatamente...
"Sete e sete são catorze,
Com mais sete vinte e um
Tenho sete namorados
E não gosto de nenhum

Como assim 7 namorados? Eis a origem da licenciosidade e tendência à infidelidade de todos os brasileiros...
"... O anel que tu me deste
Era vidro e se quebrou.
O amor que tu me tinhas
Era pouco e se acabou
.."
Se não bastasse o papo dos 7 namorados... como crescer e acreditar no amor e no casamento depois de ouvir essa passagem anos a fio?
O cravo brigou com a rosa
Debaixo de uma sacada;
O cravo saiu ferido
E a rosa despedaçada.
O cravo ficou doente,
A rosa foi visitar;
O cravo teve um desmaio,
A rosa pôs-se a chorar.

Desgraça, desgraça, desgraça!!! E ainda incita a violência conjugal (releia a primeira estrofe).
C U I D A D O ! O refrão abaixo contém versos muito fortes! Talvez essa seja a mais perigosa música infantil brasileira e ao mesmo tempo, superficialmente, ela é uma das mais inofensivas!
Cai, cai, balão !
Cai, cai, balão !
Na rua do sabão.
Não cai, não !
Não cai, não !
Não cai, não !
Cai aqui na minha mão !

Essa música não só induz à uma tragédia aérea com um balão (cai, cai, balão) como também é uma óbvia e clara apologia ao suicídio! (cai aqui na minha mão)
Amigos, precisamos conter essa terrível disseminação de idéias quase demoníacas nas músicas de nossas crianças! E olha que nem precisamos tocar as músicas ao contrário, as mensagens estão lá, diretas e óbvias!

Retirado de Quatro Cantos

POLITICAMENTE CORRETO É O ESCAMBAU…

O CRAVO NÃO BRIGOU COM A ROSA

Chegamos ao limite da insanidade da onda do politicamente correto. Soube dia desses que as crianças, nas creches e escolas, não cantam mais O cravo brigou com a rosa. A explicação da professora do filho de um camarada foi comovente: a briga entre o cravo – o homem – e a rosa – a mulher – estimula a violência entre os casais. Na nova letra “o cravo encontrou a rosa/ debaixo de uma sacada/o cravo ficou feliz /e a rosa ficou encantada”.

Que diabos é isso? O próximo passo é enquadrar o cravo na Lei Maria da Penha. Será que esses doidos sabem que O cravo brigou com a rosa faz parte de uma suíte de 16 peças que Villa Lobos criou a partir de temas recolhidos no folclore brasileiro?

É Villa Lobos, cacete!

Outra música infantil que mudou de letra foi Samba Lelê. Na versão da minha infância o negócio era o seguinte: Samba Lelê tá doente/ Tá com a cabeça quebrada/ Samba Lelê precisava/ É de umas boas palmadas. A palmada na bunda está proibida. Incita a violência contra a menina Lelê. A tia do maternal agora ensina assim: Samba Lelê tá doente/ Com uma febre malvada/ Assim que a febre passar/ A Lelê vai estudar.
Se eu fosse a Lelê, com uma versão dessas, torcia pra febre não passar nunca. Os amigos sabem de quem é Samba Lelê? Villa Lobos de novo. Podiam até registrar a parceria. Ficaria assim: Samba Lelê, de Heitor Villa Lobos e Tia Nilda do Jardim Escola Criança Feliz.

Comunico também que não se pode mais atirar o pau no gato, já que a música desperta nas crianças o desejo de maltratar os bichinhos. Quem entra na roda dança, nos dias atuais, não pode mais ter sete namorados para se casar com um. Sete namorados é coisa de menina fácil. Ninguém mais é pobre ou rico de marré-de-si, para não despertar na garotada o sentido da desigualdade social entre os homens.

Dia desses alguém [não me lembro exatamente quem se saiu com essa e não procurei a referência no meu babalorixá virtual, Pai Google da Aruanda] foi espinafrado porque disse que ecologia era, nos anos setenta, coisa de viado. Qual é o problema da frase? Ecologia, de fato, era vista como coisa de viado. Eu imagino se meu avô, com a alma de cangaceiro que possuía, soubesse, em mil novecentos e setenta e poucos, que algum filho estava militando na causa da preservação do mico leão dourado, em defesa das bromélias ou coisa que o valha. Bicha louca, diria o velho.

Vivemos tempos de não me toques que eu magôo. Quer dizer que ninguém mais pode usar a expressão coisa de viado ? Que me desculpem os paladinos da cartilha da correção, mas isso é uma tremenda babaquice. O politicamente correto é a sepultura do bom humor, da criatividade, da boa sacanagem. A expressão coisa de viado não é, nem a pau (sem duplo sentido), ofensa a bicha alguma.

Daqui a pouco só chamaremos o anão – o popular pintor de roda-pé ou leão de chácara de baile infantil – de deficiente vertical . O crioulo – vulgo picolé de asfalto ou bola sete (depende do peso) – só pode ser chamado de afrodescendente. O branquelo – o famoso branco azedo ou Omo total – é um cidadão caucasiano desprovido de pigmentação mais evidente. A mulher feia – aquela que nasceu pelo avesso, a soldado do quinto batalhão de artilharia pesada, também conhecida como o rascunho do mapa do inferno – é apenas a dona de um padrão divergente dos preceitos estéticos da contemporaneidade. O gordo – outrora conhecido como rolha de poço, chupeta do Vesúvio, Orca, baleia assassina e bujão – é o cidadão que está fora do peso ideal. O magricela não pode ser chamado de morto de fome, pau de virar tripa e Olívia Palito. O careca não é mais o aeroporto de mosquito, tobogã de piolho e pouca telha.

Nas aulas sobre o barroco mineiro, não poderei mais citar o Aleijadinho. Direi o seguinte: o escultor Antônio Francisco Lisboa tinha necessidades especiais… Não dá. O politicamente correto também gera a morte do apelido, essa tradição fabulosa do Brasil.

O recente Estatuto do Torcedor quer, com os olhos gordos na Copa e 2014, disciplinar as manifestações das torcidas de futebol. Ao invés de mandar o juiz pra putaqueopariu e o centroavante pereba tomar no olho do cu, cantaremos nas arquibancadas o allegro da Nona Sinfonia de Beethoven, entremeado pelo coro de Jesus, alegria dos homens, do velho Bach.

Falei em velho Bach e me lembrei de outra. A velhice não existe mais. O sujeito cheio de pelancas, doente, acabado, o famoso pé na cova, aquele que dobrou o Cabo da Boa Esperança, o cliente do seguro funeral, o popular tá mais pra lá do que pra cá, já tem motivos para sorrir na beira da sepultura. A velhice agora é simplesmente a “melhor idade”.

Se Deus quiser morreremos, todos, gozando da mais perfeita saúde. Defuntos? Não. Seremos os inquilinos do condomínio Cidade do pé junto.

Material retirado do blog de Roberto Rabat

Meu comentário:

Esta palhaçada do politicamente correto é mais um modismo importado dos Estados Unidos, onde a pessoa A não pode olhar diferente para a pessoa B, porque a pessoa B entrará com um processo para receber indenização. Tudo é motivo para um processo nos tribunais.

Tenho amigos meus que são negros e eu os chamo de NEGÃO. Eu sou careca (sou mesmo) e me chamam de aeroporto de mosquito. Nem por isso, meus amigos e eu, entramos com processo contra ninguém. Tudo depende do contesto em que os termos são aplicados.

No meu tempo, e não era um tempo ruim, a pessoa que não enxergava era chamada de CEGA. Hoje, ela é deficiente visual. Nisso o português já está deturpado. Deficente é algo que tem escassez de alguma coisa. Uma pessoa cega não tem escassez de visão, ela é desprovida de visão. Se é desprovida não pode ser classificada de deficiente. Deficiente é quem enxerga pouco.  

Palavras, palavras, palavras. As pessoas, empresas e governo querem ser politicamente corretos para serem bem vistos diante do público, mas nem sempre esta forma deles agirem reflete o pensamento real que eles tem das coisas.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Nossa Justiça Causa-me Risos

Então, aqui em Caxias do Sul um cara matou uma modelo. Confessou o crime e ainda a mãe dele confessou que ajudou a esconder o corpo. O juiz, que não é o Salomão, achou que não há necessidade de manter o rapz atrás das grades porque é réu primário, tem residência fixa, não tem processos.

Diga-se que a justiça nessa (m***a) de país é coerente. Tem político com vídeo provando que escondeu dinheiro nas calças e mesmo assim está solto.

O que é necessário neste país para alguém ser preso?

Já sei: roubar galinha ou um pote de margarina. Isso sim dá cadeia.

Desculpem minha linguagem, mas desejo que este filho da puta de juíz não tenha ninguém da sua família assassinado. Mas, se isto ocorrer, quero ver se ele acha que o assassino tendo residência fixa merece ficar solto.

Um certo general francês disse um dia: “O Brasil não é um país sério”

Quero que você se foda juíz filho da puta.

sábado, 27 de novembro de 2010

Quando a Vida Quer, Ela Sabe Ser Dura.

                         Existem momentos em nossas vidas que nos deixam sem chão. Até acreditamos que nem todos os bons momentos juntos conseguem superar e fazer esquecer as angústias que assolam nossos corações. Chegamos ao ponto de desistir de tudo e de todos. Digo “chegamos” porque acredito que eu não seja o único perdido nesta louca loucura que é o mundo que nos cerca.

                         Uma perda dói demais. Dói tão profundo que dizem que só o tempo cura. Ele pode curar a ferida, mas jamais removerá a cicatriz. Nós todos temos cicatrizes que foram marcadas em nossas almas há muitos anos e continuam ali, firmes.

                         Nós humanos recebemos um presente do Criador que é a capacidade de falar, entender, construir e pensar. Porém, recebemos também a maldição de sabermos que não estaremos para sempre pisando este solo. Somos os únicos animais que sabem que terão um final. É claro que Ele nos deu também a capacidade de suportar este conhecimento e seguirmos, mesmo assim, em frente.

                         A cada Natal e final de ano sentimos um peso tremendo sobre nós. A lembrança das pessoas que amamos e que já estão em outra dimensão. A lembrança dos nossos bichinhos que tanto alegram o nosso dia. Se Ele nos fez saber; Ele também nos fez fortes. Temos que ser fortes.

                         Sejamos fortes pelos que continuam em nossas vidas.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Relógio do Coração

Há amores não realizados

que deixaram olhares de meses

e beijos não dados

que até hoje esperam o desfecho.

Há trabalhos que nos tomaram décadas de nosso tempo na Terra,

mas que nossa memória insiste em contá-los como semanas.

Há tempos em nossa vida que contam de forma diferente.

Há semanas que duraram anos, como há anos que não contaram um dia.

Há paixões que foram eternas, como há amigos que passaram céleres,

apesar do calendário nos mostrar que ficaram por anos em nossas agendas.

E há casamentos que, ao olhar para trás,

mal preenchem os feriados da folhinha.

Há tristezas que nos paralisaram por meses,

mas que hoje, passados os dias difíceis,

mal guardamos lembrança de horas.

Há eventos que marcaram e que duram para sempre:

o nascimento do filho, a morte da avó,

a viagem inesquecível, o êxtase do sonho realizado.

Já viajei para a mesma cidade uma centena de vezes

e, na maioria das vezes, o tempo transcorrido foi o mesmo.

Mas conforme meu espírito, houve viagem que não teve fim até hoje,

como há percurso que nem me lembro de ter feito,

tão feliz estava eu na ocasião.

O relógio do coração hoje descubro,

bate noutra frequência daquele que carrego no pulso.

Marca um tempo diferente, de emoções que perduram

e que mostram o verdadeiro tempo da gente.

Por este relógio,

velhice é coisa de quem não conseguiu esticar o tempo que temos no mundo.

É olhar as rugas e não perceber a maturidade.

É pensar antes naquilo que não foi feito,

ao invés de se alegrar e sorrir com as lembranças do que viveu.

Pense nisso.

E consulte sempre o relógio do coração:

ele lhe mostrará o verdadeiro tempo do mundo.

Autoria: Alexandre Pelegi.

O Tempo

"A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.

Quando se vê, já são seis horas!

Quando se vê, já é sexta-feira!

Quando se vê, já é natal...

Quando se vê, já terminou o ano...

Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.

Quando se vê, passaram 50 anos!

Agora é tarde demais para ser reprovado...

Se me fosse dado um dia, outra oportunidade,

eu nem olhava o relógio.

Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho

a casca dourada e inútil das horas...

Seguraria o amor que está a minha frente

e diria que o amo...

E tem mais: não deixe de fazer algo do que gosta

devido à falta de tempo.

Não deixe de ter pessoas ao seu lado

por puro medo de ser feliz.

A única falta que terá será a desse tempo

que, infelizmente, nunca mais voltará."

Autoria: Mário Quintana - "O tempo".

Frases sobre Tempo

"Tudo tem o seu tempo: não podes produzir uma criança num mês, por engravidares nove mulheres." (S. Handel)

"O tempo é a imagem móvel da eternidade imóvel." (Platão)

"Tudo tem o seu tempo determinado e há tempo para todo propósito debaixo do céu: há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de chorar e tempo de rir; tempo de abraçar e tempo de afastar-se; tempo de amar e tempo de aborrecer; tempo de guerra e tempo de paz." (Eclesiastes)

"Nunca penso no futuro, ele chega rápido demais." (Albert Einstein)

"O presente é a sombra que se move separando o ontem do amanhã. Nela repousa a esperança." (Frank Lloyd Wright)

"O tempo não pára! Só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo." (Mario Quintana)

"Porque o tempo é tão implacável, roubando-nos as oportunidades se não formos suficientemente rápidos para agarrá-las imediatamente?"(Liv Ulmann)


"O homem que sofre antes do necessário, sofre mais que o necessário." (Sêneca)

"Levei vinte anos para fazer sucesso da noite para o dia." (Eddie Cantor)


"Muitas vezes não temos tempo para dedicar aos amigos, mas para os inimigos temos todo o tempo do mundo." (Leon Uris)


"O tempo é o mais sábio dos conselheiros." (Plutarco)

"A vida já é curta e nós a encurtamos ainda mais desperdiçando o tempo. (Victor Hugo)

"Nada existe mais precioso que o tempo, pois ele é o preço da eternidade."
(Louis Bourdaloue)

"As quatro coisas que não voltam para trás: A pedra atirada, a palavra dita, a ocasião perdida e o tempo passado." (Autor desconhecido)


"Esses que puxam conversa sobre se chove ou não chove - não poderão ir para o Céu! Lá faz sempre bom tempo." (Mario Quintana)

"O tempo foi algo que inventaram para que as coisas não acontecessem todas de uma vez." (Autor desconhecido)

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