Reza nossa podre constituição que somos todos iguais. E, pelo que posso constatar, o primeiro critério de desempate é o saldo bancário. Então, nos tornamos todos diferentes.
Cinco meses após as manifestações no Rio de Janeiro um morador de rua foi condenado a cinco anos de prisão em regime fechado.
Oito anos após a denúncia do mensalão pelo não menos ladrão Roberto Jeferson, nossa justiça cega condenou vários envolvidos com penas de regime semi-aberto.
Para condenar alguém que não tem como se defender nossa justiça é implacável. Eu mesmo posso ser condenado por estar escrevendo isto, afinal não sou deputado nem senador nem rico. Sou apenas um contribuinte (esqueça a palavra cidadão, eles não sabem o que é isto).
Esta é a igualdade que prega nossa linda constituição. Constituição esta que teve como participante na sua elaboração o mesmo ladrão Roberto Jeferson. O mesmo Roberto Jeferson que esteve envolvido no desvio de dinheiro dos correios. O mesmo Roberto Jeferson que fez parte da tropa de choque que tentou evitar o impeachment de Fernando Collor. O mesmo Roberto Jeferson que, apesar de cassado, continua recebendo aposentadoria paga com nossos impostos.
Mas, e daí?? Nossa constituição também diz que todos tem direito a educação, segurança e outras coisas mais. Sim, todos tem estes direitos; desde que paguem por eles.
Vivemos em um país que está falido. Um país que está só esperando a ocasião certa para implodir. Esta ocasião poderá sem em breve, com a Copa do Mundo.
A Copa do Mundo poderá ser a primeira pedra do efeito dominó. Em caso de derrota, resultará na derrota do governo nas eleições. Com a derrota nas eleições, todo o podre que está sendo escondido embaixo do tapete virá a tona. Aí, então, teremos um panorama bem claro da real situação deste país.
Então, será tarde demais para tentarmos salvar este país moribundo.
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
terça-feira, 12 de novembro de 2013
3 Momentos no Tempo
Ontem (passado)
Passou. Trás tristeza, angústia, mágoas.
Mesmo que o passado tenha sido bom, ele trará estes sentimentos negativos, pois queremos voltar a viver este passado. Queremos rever aquele ente querido que se foi, aquelas amizades que se afastaram.
Amanhã (futuro)
Virá ??
Trás apreensão, angústia, medo.
Sentimos medo do que não conhecemos. Quer medo maior do que o desconhecido futuro?
Sentimos um aperto no peito (angústia), pois não sabemos o que será amanhã.
Hoje (agora)
Se, neste momento, você estiver com alguns dos sentimentos acima, é porque não está vivendo o presente.
O presente pode trazer um sentimento negativo como a tristeza, diante de algum acontecimento que tenha ocorrido neste exato instante. Porém, neste caso, será uma situação em que teremos que vivenciar.
Já, no caso da tristeza que o passado nos trás, esta está fora de nossa capacidade de manipulação, nada podemos fazer. Então, se nada podemos fazer, de que serve ficar triste?
O hoje é a chave, é o segredo. O restante não está sob nosso controle. Aliás, nada está sob nosso controle, nunca.
Passou. Trás tristeza, angústia, mágoas.
Mesmo que o passado tenha sido bom, ele trará estes sentimentos negativos, pois queremos voltar a viver este passado. Queremos rever aquele ente querido que se foi, aquelas amizades que se afastaram.
Amanhã (futuro)
Virá ??
Trás apreensão, angústia, medo.
Sentimos medo do que não conhecemos. Quer medo maior do que o desconhecido futuro?
Sentimos um aperto no peito (angústia), pois não sabemos o que será amanhã.
Hoje (agora)
Se, neste momento, você estiver com alguns dos sentimentos acima, é porque não está vivendo o presente.
O presente pode trazer um sentimento negativo como a tristeza, diante de algum acontecimento que tenha ocorrido neste exato instante. Porém, neste caso, será uma situação em que teremos que vivenciar.
Já, no caso da tristeza que o passado nos trás, esta está fora de nossa capacidade de manipulação, nada podemos fazer. Então, se nada podemos fazer, de que serve ficar triste?
O hoje é a chave, é o segredo. O restante não está sob nosso controle. Aliás, nada está sob nosso controle, nunca.
Algo Para Pensar e Estudar
O que somos nós? O que fazemos neste planeta?
Não acredito que seja possível estarmos aqui por acaso.
Não acredito seja possível estarmos por aqui sem um motivo.
Assista este vídeo e os seguintes. Abra a mente.
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Amor aos Animais - Prof. Laércio Fonseca
Somos assim. Eu sou assim. Tenho tentado mudar. Vou mudar. Quem nos deu o direito de tratar os animais como se fossemos donos deles?
sábado, 9 de novembro de 2013
Previsões para 2014
Uma coisa será consequência da outra:
É inevitável que um ano acabe e outro inicie.
Neste ano, de início, tudo transcorrerá como acontece em todos os outros.
Passaremos pelo maldito BBB
Chegaremos ao ópio do povo que é o carnaval.
E teremos a Páscoa.
Porém, agora, coisas diferente do padrão começarão a acontecer nesta terra de ninguém.
Haverá uma Copa do Mundo.
Copa esta que será perdida pelo país anfitrião.
Copa esta que era a maior aposta para o que viria meses após.
Graças a derrota do país anfitrião,
O que viria meses após se tornará o calvário do poder.
O atual poder instituído será destituído.
O lixo, até então escondido embaixo do tapete, virá a tona.
Como grande e cruel consequência disso tudo,
Um país que parecia isolado da grande depressão mundial,
Mostrará do que ele realmente é feito:
É feito de uma segurança que já não mais existe.
É feito de uma saúde completamente falida.
É feito de uma educação que só existe nos videos publicitários do governo.
É feito de um desgoverno sem paralelo no passado.
E, quando tudo isto vier a tona,
Será tarde demais para o povo que habita nesta terra sul-americana reagir.
Finalmente, com muita tristeza, este país encontrará seu destino.
Tudo o que era podre aparecerá das entranhas de uma capital situada no coração do deserto.
E, por fim, aqueles que fizeram de tudo para que este país chegasse a esta situação,
Sumirão em seus jatinhos.
Deixando para trás uma nação falida, habitada por um povo que, em seu íntimo, sabia que isto aconteceria,
Mas que, até o último momento, ficou com seus olhos vendados por inúmeras
Esmolas distribuídas pelo poder.
É inevitável que um ano acabe e outro inicie.
Neste ano, de início, tudo transcorrerá como acontece em todos os outros.
Passaremos pelo maldito BBB
Chegaremos ao ópio do povo que é o carnaval.
E teremos a Páscoa.
Porém, agora, coisas diferente do padrão começarão a acontecer nesta terra de ninguém.
Haverá uma Copa do Mundo.
Copa esta que será perdida pelo país anfitrião.
Copa esta que era a maior aposta para o que viria meses após.
Graças a derrota do país anfitrião,
O que viria meses após se tornará o calvário do poder.
O atual poder instituído será destituído.
O lixo, até então escondido embaixo do tapete, virá a tona.
Como grande e cruel consequência disso tudo,
Um país que parecia isolado da grande depressão mundial,
Mostrará do que ele realmente é feito:
É feito de uma segurança que já não mais existe.
É feito de uma saúde completamente falida.
É feito de uma educação que só existe nos videos publicitários do governo.
É feito de um desgoverno sem paralelo no passado.
E, quando tudo isto vier a tona,
Será tarde demais para o povo que habita nesta terra sul-americana reagir.
Finalmente, com muita tristeza, este país encontrará seu destino.
Tudo o que era podre aparecerá das entranhas de uma capital situada no coração do deserto.
E, por fim, aqueles que fizeram de tudo para que este país chegasse a esta situação,
Sumirão em seus jatinhos.
Deixando para trás uma nação falida, habitada por um povo que, em seu íntimo, sabia que isto aconteceria,
Mas que, até o último momento, ficou com seus olhos vendados por inúmeras
Esmolas distribuídas pelo poder.
História bíblica nos dias atuais
Brasília e Las Vegas, seriam Sodoma e Gomorra dos dias atuais?
Ambas cidades existem com apenas um propósito: Acabar com qualquer resto de honradez, honestidade e virtude das pessoas que ali habitam.
Ambas cidades existem com apenas um propósito: Acabar com qualquer resto de honradez, honestidade e virtude das pessoas que ali habitam.
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Motivos pelos quais o Brasil jamais sairá do terceiro mundo
Enquanto Europa e USA primam pelo transporte ferroviário, aqui achamos que isto é coisa de país pobre, pois país rico tem que ter bastantes carros e caminhões.
Se você dirigir bêbado e atropelar e matar alguém, basta pagar uma fiança irrisória e estará livre. Porém, basta você não pagar pensão alimentícia para ficar preso sem direito a fiança.
O garçom que serve cafezinho no congresso nacional recebe bem mais, muito mais, que um professor que alfabetiza uma criança.
Gasta-se bilhões com obras que ficam inacabadas apenas para encher os bolsos de empreiteiras e de alguns políticos que levam seus 20%.
Entrevistas importantes para formação de opinião pública vão ao ar da meia-noite em diante, mas o BBB começa logo após outro lixo que é a novela das 9.
Estamos afundando o Brasil (aguardem após as eleições e aos dois eventos mundiais que sediaremos). O Brasil, como país rico, está gastando o que não tem para satisfazer o ego dos políticos e demagogos de plantão. Aguardem, se o PT perder as eleições, todo lixo que está sendo escondido embaixo do tapete será exposto.
Se você conhece mais outros motivos, por favor, divulgue.
Se você dirigir bêbado e atropelar e matar alguém, basta pagar uma fiança irrisória e estará livre. Porém, basta você não pagar pensão alimentícia para ficar preso sem direito a fiança.
O garçom que serve cafezinho no congresso nacional recebe bem mais, muito mais, que um professor que alfabetiza uma criança.
Gasta-se bilhões com obras que ficam inacabadas apenas para encher os bolsos de empreiteiras e de alguns políticos que levam seus 20%.
Entrevistas importantes para formação de opinião pública vão ao ar da meia-noite em diante, mas o BBB começa logo após outro lixo que é a novela das 9.
Estamos afundando o Brasil (aguardem após as eleições e aos dois eventos mundiais que sediaremos). O Brasil, como país rico, está gastando o que não tem para satisfazer o ego dos políticos e demagogos de plantão. Aguardem, se o PT perder as eleições, todo lixo que está sendo escondido embaixo do tapete será exposto.
Se você conhece mais outros motivos, por favor, divulgue.
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Eles são os Novos Baianos
Eles são os Doces Bárbaros
Linda música em homenagem as nações indígenas que foram dizimadas pelo maldito homem branco e se falso progresso.
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Nós, Os Desordeiros
Artigo de João Ubaldo Ribeiro – Revista Veja, 07 de agosto de 2013.
“É comum que, quando estamos falando mal do Brasil, nos refiramos na terceira pessoa tanto ao país quanto ao seu povo. Dizemos que o brasileiro tem tais ou quais defeitos graves, como se nós não fôssemos brasileiros iguais a quaisquer outros. Em relação aos políticos, agimos quase como se tratasse de marcianos ou de uma espécie diferente da nossa, não de gente aqui nascida e criada, da mesma maneira que nós. Somos observadores e vítimas de fatos com cuja existência não temos nada a ver. Os corruptos são ‘eles’, os que sujam as cidades são ‘eles’, os funcionários relapsos são ‘eles’ – nunca nós.
Paralelamente, nos comprazemos em cultivar a noção de que o povo brasileiro é basicamente muito bom, de índole generosa, honesto, solidário, hospitaleiro, pacífico, cordial, alegre e assim por diante. Artigos, conferências e discursos que envolvam críticas negativas a alguma característica negativa dos brasileiros contêm as sempre uma ressalva de praxe, a de que o povo não pode ser acusado de nada, o povo é bom. Com isso esquecemos que não há povo geneticamente bom ou ruim e que o comportamento e os valores prevalentes em qualquer sociedade se originam em elementos culturais, entendidos estes em seu sentido mais lato.
Há quem faça uso de estatísticas comparativas para mostrar que, em áreas como a segurança, por exemplo, algumas grandes cidades nossas apresentam índices de criminalidade comparáveis com cidades americanas do mesmo porte. Então não estaríamos tão mal assim. Mas não há como fazer uma comparação adequada. O número de infrações e de ocorrências policiais em cidades americanas é muito maior do que seria aqui, porque lá se recorre à polícia com muito mais frequência, relativamente. Aqui, tem gente que não dá queixa nem de carro furtado. Sem falar que as estatísticas geralmente não mostram assaltos organizados e sanguinários realizados desde São Paulo a cidadezinhas do interior do Nordeste, onde parece que está surgindo um cangaço modernizado, com os invasores intimidando a população, explodindo caixas de bancos, pilhando casas comerciais e invadindo fazendas. E existem ainda as vastas áreas onde não há polícia, ou a presença do estado é rarefeita e esporádica. No caso, as estatísticas, porque viciadas na origem, valem bem pouco.
E não somente a violência e a insegurança são maiores entre nós do que geralmente se reconhece. Não está na moda falar em padrões morais e quem se arrisca a mencioná-los é desdenhosamente chamado de moralista. Mas não tem nada de moralista aquele que lembra que o homem é um ser moral. Sem senso moral, o homem é um bicho ou um psicopata. Claro, a nação não perdeu suas referências morais, mas o clima nessa área parece hoje cínico e complacente e não é raro que o apego a algum valor moral seja qualificado como coisa de otário. Recato e pudor parecem ter sumido e o exibicionismo, em mil formas contemporâneas, se manifesta em toda parte. Atos de civilidade, como devolver dinheiro achado, são manchete nos jornais.
Não há órgão público que não seja alvo de acusações ou suspeitas de corrupção, nepotismo, tráfico de influência e outras práticas imorais ou criminosas. O engenho nacional desenvolveu sistemas eletrônicos avançados e organizou equipes de ‘consultores’ para fraudar concursos e exames. Dia sim, dia não, noticiam-se desvios de verbas astronômicos, obras públicas caindo aos pedaços antes de serem concluídas e toda espécie de falcatrua. Neste instante mesmo, centenas ou milhares de policiais, pelo país afora, estão embolsando o ‘agrado’ que lhes dão os motoristas para evitar uma multa. Também todos os dias, centenas de milhares de pessoas, ou até milhões, pagam meia-entrada com carteiras de estudante falsificadas. O ‘por fora’ é rotineiramente cobrado, em serviços que ou deveriam ser gratuitos ou fáceis de obter. Vivemos imersos num mar de pequenas delinquências cotidianas que já notamos, ou não achamos que fazem parte natural e inevitável da vida.
O desprezo pela lei e pela moral, a não ser nos raros casos em que a sanção chega com prontidão e eficácia, é a regra entre nós. E essa situação é piorada pela existência das conhecidas leis que pegam, ou ainda, de leis meio disparatadas, que ninguém acredita que serão observadas com rigor. Por exemplo, há quem sustente que, se o sujeito for pegado por um fiscal do Ibama, matando um caititu no mato, é melhor matar o fiscal do que reconhecer o assassinato do caititu. Depois de matar o fiscal, o caçador foge do flagrante, apresenta-se depois à polícia, é réu primário com domicílio conhecido, responde o processo em liberdade e pega aí seus dois aninhos, talvez em regime semiaberto. Já a morte do caititu seria crime inafiançável, cana dura imediata e implacável.
As estatísticas brasileiras de mortes e ferimentos em acidentes de trânsito são um escândalo, qualquer que seja o critério usado para avaliá-las. Todo trânsito brasileiro é um escândalo, nas cidades e nas estradas. Quem passa algum tempo fora do Brasil tem que reavivar seus reflexos, para atravessar ruas. Os motoristas brasileiros se comportam como se o fato de um pedestre atravessar com o sinal fechado para ele lhes desse o direito de atropelá-lo. Todos os pedestres passam de vez em quando pela experiência de atravessar a rua bem antes da passagem de um carro e ver o motorista acelerar na sua direção, como se mirasse nele. Nas estradas, as manobras arriscadas, como ultrapassagens em pontos onde há sinalização proibindo-os, são rotineiras, assim como o uso do acostamento como pista e a violação contumaz dos limites de velocidade. E as pesquisas revelam também que a maior parte dos acidentes é resultado de imprudência e má conduta ao volante, desprezo pelas leis e normas técnicas.
Decifrar as causas desse comportamento equivale, de certa forma, a decifrar o Brasil, tarefa jamais completada por ninguém. As causas são múltiplas, controvertidas e complicadas, o que torna muito difícil até mesmo identificá-las corretamente. Por essa razão, assim como fazem os médicos, quando não conseguem um diagnóstico preciso ou não conhecem com exatidão a causa de uma doença, o tratamento sintomático é o único caminho. Não sabemos bem porque somos desordeiros, mas sabemos que somos. E estamos condenados a continuar sendo, enquanto não levarmos a sério o desrespeito à lei e mantivermos uma relação afetiva com a malandragem, a esperteza marota e a frouxidão de princípios.”
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